quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Prémio 2 - Dorme que nem uma pedra

Bem, parece-me que este prémio não precisa de apresentação.
Por isso, voto já no professor Gonçalo!

11 comentários:

  1. O professor Gonçalo não dorme, adormece, ausenta-se discretamente no mistério da noite, à espera da estrela d'alva.

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  2. Eu medito, não durmo... Elevo meu espírito para planos transcendentes, abstraio-me da dimensão corpórea e uni-me ao divino que se revela em mim através de sonhos :-)

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  3. Eu muito sinceramente voto no Afonso =)

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  4. Ana estou contigo. Vamos fazer o movimento "todos pelo Afonso"... Ele merece o prémnio. o meu voto vai também para ele.
    Bjs

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  5. Caro colega Gonçalo, com tanta empenho no voto pelo Afonso, não será que estás a tirar o teu cavalinho da chuva?... Se calhar, o prémio não te agrada...
    Olha, por mim, mantenho o voto em ti!

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  6. Para mim, o prémio deveria ser entregue ao professor Fernando, pela sua capacidade de abstracção assim como pela originalidade da posição! Mais parecia que estava a meditar!

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  7. Estás a ver Fernando... Afinal, se merecesse o prémio claro que o aceitaria. Mas parece não ser essa a opinião de outros companheiros. :-D

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  8. Ó Gonçalo, o Domingos, essa da abstração gosto, assenta-me bem... Mas a da "originalidade da posição", sinceramente, não estou a ver, nem sei se, quando vier a ver, vou gostar... Importas-te de me esclarecer um pouco melhor quanto à posição, se fazes favor?
    Claro que o alto apreço em que te tenho me faz antecipar uma saída feliz para mim... e para ti... desta situação pouco clara. Aguardarei com tranquilidade, caro amigo, pelo imprescindível esclarecimento. Um abraço!

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  9. Quanto à votação no Afonso, é assim, parece-me que ele não dorme como uma pedra, mas, isso sim, como uma fonte alentejana, no fim do verão, que pinga debilmente.
    Ao querido Afonso, e em homenagem à sua terra, aqui deixo um singela quadra alentejana:
    Dá-me uma gotinha de água
    Dessa que eu oiço correr,
    Entre pedras e pedrinhas
    Alguma gota há-de haver.

    Numa versão mais pessoal, poderia ficar assim:
    Olha que gira gotinha
    A pingar dessa boquinha
    Entre sestas e dormidas
    Muitas mais tu hás de ter.

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  10. DEcidam-se lá a quem entregam o prémio,embora possa ser atribuído ex aequo.
    Gostei da poesia do Fernando, embora poupada, porque o que corria da boca do Afonso era um verdadeiro fio( Samuel, será um fio, uma corda ou um cabo?)
    Assim sendo, vai daqui outra versão :

    Olha que fino fio escorre
    da boca do Afonso dormente
    descendo o peito percorre
    às vistas de toda a gente

    Nesse fio feito de água
    correm sonhos, ilusões
    dolentes restos de mágoa
    ou bocados de paixões?

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